quinta-feira, 14 de junho de 2012

“Quantas vezes a gente em busca da ventura, procede tal e qual o avozinho infeliz: Em vão, por toda parte, os óculos procura, tendo-os na ponta do nariz.”(Mário Quintana)
"O tempo não pára! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo" (Mario Quintana) "Também temos saudade do que não existiu, e dói bastante" (Carlos Drummond de Andrade)
Sempre que se começa a ter amor a alguém, no ramerrão, o amor pega e cresce é porque, de certo jeito, a gente quer que isso seja, e vai, na idéia, querendo e ajudando, mas quando é destino dado, maior que o miúdo, a gente ama inteiriço fatal, carecendo de querer, e é um só facear com as surpresas. Amor desse, cresce primeiro; brota é depois. Guimarães Rosa
com relação ao tempo e não é porque o personagem sai de cena que ele deixa o espetáculo, e mudar o cenário, não significa alterar o roteiro. Nossas lembranças têm passe livre e não devemos impedi-las de vir à tona, só acomodá-las em seu devido lugar.”(Fernanda Gaona)
Eu vou morar em você...- Em mim? Mas essa casa precisa de tantas reformas!-Mas enquanto você dormia eu fiz um “puxadinho” aí dentro!- E a gente vai viver de quê?- De arredondar palavras... ( Mais tarde, deitada em cima das costas dele):- O que você está fazendo aí em cima ???- Estou tomando sol na laje! (Marla de Queiroz)
Os cílios agarraram-se às pálpebras quando tentei fechar meus olhos. Mas você assoprou e todos voaram. De novo nasceram e de novo voaram. Não faça mais isso! Quem vai cortar a lágrima em fatias no dia em que você for embora?" (Rita Apoena)
"Mas passou. Hoje te conto. E lembro daquela história zen, o rei que pediu ao monge um talismã que o protegesse de qualquer mal. O monge deu ao rei um anel, com a recomendação de abri-lo só em caso de extremo perigo. Um dia, o castelo foi cercado pelos inimigos, e o rei encurralado numa torre. Ele abriu o anel. Dentro, havia um papelzinho dobrado. Ele abriu o papelzinho e leu uma frase assim:“Isto também passará”." (Caio F.)